Wednesday, November 3, 2010
Friday, October 29, 2010
A cor do horto gráfico
Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Vidente: Aquilo que o dentista diz ao paciente
Barbicha: Bar frequentado por gays
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Vidente: Aquilo que o dentista diz ao paciente
Barbicha: Bar frequentado por gays
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão
Monday, August 23, 2010
Uma carta à directora do Público, hoje (coloridos meus):
"O país das cabeças duras
Basta ler as reacções negativas das nossas elites à proposta da ministra da Educação de acabar com as reprovações na escolaridade obrigatória para atestar a aversão tão portuguesa à mais elementar operação de cálculo mental. É que nem se pode dizer que a proposta da ministra é uma proposta inteligente... Trata-se tão-só de uma proposta óbvia.
Hoje todos reconhecemos o grande falhanço da reforma educativa de Roberto Carneiro. Mas a principal causa do falhanço da reforma residiu precisamente no facto de Roberto Carneiro ter cedido aos sindicatos de professores, associações de pais e à mediocridade das nossas elites, sacrificando as duas paredes-mestras da reforma proposta por Fraústo da Silva: o fim das reprovações na escolaridade obrigatória e a introdução de exames para prosseguimento de estudos.
Só um imbecil ou um cretino pode defender, simultaneamente, a escolaridade obrigatória, as reprovações e um ensino público de qualidade. E por uma razão muito simples: trata-se de uma impossibilidade matemática como facilmente se demonstra.
Com efeito, são precisamente as reprovações, na escolaridade obrigatória, que obrigam a que se aldrabem os resultados, se nivele por baixo, se diminuía o grau de exigência e de rigor e se inflacionem as notas. Isto é uma evidência!
Da mesma forma que, no salto em altura, à medida que se sobe a fasquia cada vez são menos os que a conseguem transpor, também, nas nossas escolas, quanto maior for o grau de exigência, maior é o número de reprovações. E, mantendo-se a exigência e as reprovações, só há duas formas de impedir que os alunos menos dotados fiquem eternamente no mesmo ano de escolaridade: ou baixam a fasquia ou põem-lhes uma escada. Mas, neste caso, não me venham falar de exigência e de mérito, onde só existe fraude e aldrabice.
Acresce que as reprovações impõem um sistema tão fraudulento que os alunos (quer os que nada sabem, quer os que sabem alguma coisa) acabam todos a escolaridade obrigatória com a mesma nota: nível 3.
E se acabassem as reprovações na escolaridade obrigatória, a situação só por si melhorava? É óbvio que melhorava e em benefício de todos: alunos, pais, empresários e contribuintes.
Em primeiro lugar, os professores podiam ser exigentes, cabendo aos alunos, se quisessem ter boas classificações, trabalhar e esforçar-se para isso. Neste momento, os alunos passam, praticamente, todos com nível 3. Com o fim das reprovações, uns passariam com 2, outros 6 e outros com 16 valores. Era, aliás, fundamental que, com o fim das reprovações, as classificações passassem a ser de 0 a 20, para serem mais informativas, diferenciar os alunos e premiar o mérito, e fossem introduzidos os exames nacionais no fim de cada ciclo para aferir as classificações.
Em segundo lugar, as classificações e os certificados de habilitações passavam a ter, consequentemente, credibilidade e valor informativo porque reflectiam o que os alunos efectivamente sabiam.
Em terceiro lugar, os alunos que, no actual sistema, reprovam (ou passam por favor) poderiam, por um lado, iniciar o novo ano lectivo logo integrados em turmas de recuperação às disciplinas a que não tinham obtido aproveitamento e, por outro, não ficariam impedidos de prosseguir os estudos nas disciplinas a que obtiveram aproveitamento. Ou seja, não só tinham mais possibilidades de melhorar às disciplinas em que tinham dificuldades como também não ficavam a marcar passo nas disciplinas a que obtiveram aproveitamento.
Em quarto lugar, evitava-se que alunos matulões e cheios de vícios liderassem turmas de alunos mais novos e com vontade de aprender. Se os alunos acompanhassem sempre os da sua idade, grande parte dos problemas de disciplina dentro da sala de aula seriam evitados.
Finalmente, reduzir-se-iam em muitos milhões de euros os custos na educação com a vantagem de se aumentar a qualidade, premiar o mérito, diminuir a indisciplina e apoiar, efectivamente, os mais necessitados.
Se não fossemos um país de cabeças duras, não seria difícil chegar a esta conclusão. Mas as nossas elites têm a cabeça tão dura que, por mais que batam com ela na parede, não a conseguem abrir.
Santana-Maia Leonardo
Abrantes"
"O país das cabeças duras
Basta ler as reacções negativas das nossas elites à proposta da ministra da Educação de acabar com as reprovações na escolaridade obrigatória para atestar a aversão tão portuguesa à mais elementar operação de cálculo mental. É que nem se pode dizer que a proposta da ministra é uma proposta inteligente... Trata-se tão-só de uma proposta óbvia.
Hoje todos reconhecemos o grande falhanço da reforma educativa de Roberto Carneiro. Mas a principal causa do falhanço da reforma residiu precisamente no facto de Roberto Carneiro ter cedido aos sindicatos de professores, associações de pais e à mediocridade das nossas elites, sacrificando as duas paredes-mestras da reforma proposta por Fraústo da Silva: o fim das reprovações na escolaridade obrigatória e a introdução de exames para prosseguimento de estudos.
Só um imbecil ou um cretino pode defender, simultaneamente, a escolaridade obrigatória, as reprovações e um ensino público de qualidade. E por uma razão muito simples: trata-se de uma impossibilidade matemática como facilmente se demonstra.
Com efeito, são precisamente as reprovações, na escolaridade obrigatória, que obrigam a que se aldrabem os resultados, se nivele por baixo, se diminuía o grau de exigência e de rigor e se inflacionem as notas. Isto é uma evidência!
Da mesma forma que, no salto em altura, à medida que se sobe a fasquia cada vez são menos os que a conseguem transpor, também, nas nossas escolas, quanto maior for o grau de exigência, maior é o número de reprovações. E, mantendo-se a exigência e as reprovações, só há duas formas de impedir que os alunos menos dotados fiquem eternamente no mesmo ano de escolaridade: ou baixam a fasquia ou põem-lhes uma escada. Mas, neste caso, não me venham falar de exigência e de mérito, onde só existe fraude e aldrabice.
Acresce que as reprovações impõem um sistema tão fraudulento que os alunos (quer os que nada sabem, quer os que sabem alguma coisa) acabam todos a escolaridade obrigatória com a mesma nota: nível 3.
E se acabassem as reprovações na escolaridade obrigatória, a situação só por si melhorava? É óbvio que melhorava e em benefício de todos: alunos, pais, empresários e contribuintes.
Em primeiro lugar, os professores podiam ser exigentes, cabendo aos alunos, se quisessem ter boas classificações, trabalhar e esforçar-se para isso. Neste momento, os alunos passam, praticamente, todos com nível 3. Com o fim das reprovações, uns passariam com 2, outros 6 e outros com 16 valores. Era, aliás, fundamental que, com o fim das reprovações, as classificações passassem a ser de 0 a 20, para serem mais informativas, diferenciar os alunos e premiar o mérito, e fossem introduzidos os exames nacionais no fim de cada ciclo para aferir as classificações.
Em segundo lugar, as classificações e os certificados de habilitações passavam a ter, consequentemente, credibilidade e valor informativo porque reflectiam o que os alunos efectivamente sabiam.
Em terceiro lugar, os alunos que, no actual sistema, reprovam (ou passam por favor) poderiam, por um lado, iniciar o novo ano lectivo logo integrados em turmas de recuperação às disciplinas a que não tinham obtido aproveitamento e, por outro, não ficariam impedidos de prosseguir os estudos nas disciplinas a que obtiveram aproveitamento. Ou seja, não só tinham mais possibilidades de melhorar às disciplinas em que tinham dificuldades como também não ficavam a marcar passo nas disciplinas a que obtiveram aproveitamento.
Em quarto lugar, evitava-se que alunos matulões e cheios de vícios liderassem turmas de alunos mais novos e com vontade de aprender. Se os alunos acompanhassem sempre os da sua idade, grande parte dos problemas de disciplina dentro da sala de aula seriam evitados.
Finalmente, reduzir-se-iam em muitos milhões de euros os custos na educação com a vantagem de se aumentar a qualidade, premiar o mérito, diminuir a indisciplina e apoiar, efectivamente, os mais necessitados.
Se não fossemos um país de cabeças duras, não seria difícil chegar a esta conclusão. Mas as nossas elites têm a cabeça tão dura que, por mais que batam com ela na parede, não a conseguem abrir.
Santana-Maia Leonardo
Abrantes"
Quem é este senhor? Um advogado de Abrantes, com atendimento ao público assim:
Wednesday, August 4, 2010
Catita e leve
No Público de hoje, Santana Castilho sobre Alçada:
"Catita no vestir e no pentear, eis Isabel, leve no pensar, ministra da Educação e fantasista por compulsão."
(texto completo aqui)
"Catita no vestir e no pentear, eis Isabel, leve no pensar, ministra da Educação e fantasista por compulsão."
(texto completo aqui)
Monday, August 2, 2010
Wednesday, July 14, 2010
Wednesday, June 2, 2010
Aprender e ensinar matemática elementar, de Liping Ma
Não pára de me surpreender o facto de tão belo livro merecer tão maus tratos entre nós, a começar pela versão em língua portuguesa. Vale a pena ler este paupérrimo post dos rerum (e o artigo semelhante no Boletim da SPM...)
"
o desempenho dos alunos chineses era superior ao dos americanos, apesar de a sua formação ser mais reduzida.
...
Estas e outras observações levaram a investigadora a formular algumas sugestões para melhorar a aprendizagem da matemática. Uma delas é o aperfeiçoamento do ensino nos aspectos antes explicados, o que requerprogramas de formação inicial e contínua, que proporcionem aos professores o domínio seguro dos conteúdos a leccionar e da pedagogia e didáctica requerida para tanto.
...
Assim sendo, a qualificação dos professores, que se traduzirá na sua competência, constitui um factor crucial nas aprendizagens escolares.
"
"
o desempenho dos alunos chineses era superior ao dos americanos, apesar de a sua formação ser mais reduzida.
...
Estas e outras observações levaram a investigadora a formular algumas sugestões para melhorar a aprendizagem da matemática. Uma delas é o aperfeiçoamento do ensino nos aspectos antes explicados, o que requerprogramas de formação inicial e contínua, que proporcionem aos professores o domínio seguro dos conteúdos a leccionar e da pedagogia e didáctica requerida para tanto.
...
Assim sendo, a qualificação dos professores, que se traduzirá na sua competência, constitui um factor crucial nas aprendizagens escolares.
"
Subscribe to:
Posts (Atom)


