Friday, February 19, 2010

Friday, February 12, 2010

Piadas que vêm à rede

Sócrates foi a uma escola conversar com as criancinhas, acompanhado de
uma comitiva. Depois de apresentar todas as maravilhosas realizações
de seu governo, disse às criancinhas que iria responder às perguntas.
Uma das crianças levantou a mão e Sócrates perguntou:

- Qual é o seu nome, meu filho?
- PAULINHO.
- E qual é a sua pergunta?
- Eu tenho três perguntas:

1ª) Onde estão os 150 000 empregos prometidos na sua campanha eleitoral?
2ª) Quem meteu ao bolso o dinheiro do Freeport?
3ª) O senhor sabia dos escândalos do Face Oculta?

Sócrates fica desnorteado, mas neste momento a campainha para o
recreio toca, ele aproveita e diz que responderá depois do recreio.

Após o recreio, Sócrates diz:

- Porreiro Pá, onde estávamos? Acho que eu ia responder perguntas.
Quem tem perguntas?
Um outro garotinho levanta a mão e Sócrates aponta para ele.

- Pode perguntar, meu filho. Como é o seu nome?
- Joãozinho, e tenho cinco perguntas:

1ª) Onde estão os 150.000 empregos prometidos na sua campanha eleitoral?
2ª) Quem meteu ao bolso o dinheiro do Freeport?
3ª) O senhor sabia dos escândalos do Face Oculta?
4ª) Por que é que a campaínha do recreio tocou meia hora mais cedo?
5ª) Onde está o PAULINHO??

Thursday, February 4, 2010

Campeonato Regional de Jogos Matemáticos nos Açores

Em Janeiro de 2010. Parte 1.



O Campeonato Regional foi uma organização do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores e da Associação Ludus.

Campeonato Regional de Jogos Matemáticos dos Açores

Em Janeiro de 2010. Parte 2.




O Campeonato Regional foi uma organização do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores e da Associação Ludus.

Wednesday, December 2, 2009

Alma minha


Alma minha gentil, que te partiste 
Tão cedo desta vida, descontente, 
Repousa lá no Céu eternamente 
E viva eu cá na terra sempre triste.  
Se lá no assento etéreo, onde subiste, 
Memória desta vida se consente, 
Não te esqueças daquele amor ardente 
Que já nos olhos meus tão puro viste.  
E se vires que pode merecer-te 
Algu~a cousa a dor que me ficou 
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,  
Roga a Deus, que teus anos encurtou, 
Que tão cedo de cá me leve a ver-te, 
Quão cedo de meus olhos te levou.                          

Luís de Camões